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A sustentabilidade tecnológica como pilar da resiliência dos negócios

sustentabilidade tecnológica

Longe vão os tempos em que a capacidade de usar meios para suprir necessidades sem esgotar recursos – a origem do conceito de sustentabilidade tal como emergiu nos anos 70 – foi associada ao movimento ambiental. Na década de 1990, computadores mais eficientes e infraestruturas otimizadas fizeram nascer a ideia de “green IT”. Atualmente, falamos de sustentabilidade tecnológica dos negócios, já que foi ficando claro que a produção de tecnologia tem de considerar, além da dimensão ambiental, as dimensões social e económica.

Num enquadramento cada vez mais complexo, exigente e imprevisível, sistematicamente posto à prova por alterações climáticas e energéticas, pela volatilidade dos mercados e pela pressão regulatória crescente, ser sustentável significa também conseguir garantir, cada vez mais depressa, decisões acertadas – o que depende, em grande medida, de tecnologia. Tecnologia para antecipar riscos, tecnologia para integrar informação e eliminar ineficiências que podem comprometer o desempenho das organizações.

Decidir melhor, desperdiçar menos

A análise preditiva é, sem surpresas, um dos principais suportes da sustentabilidade tecnológica. Através da Inteligência Artificial e da exploração inteligente de dados (sejam eles territoriais, energéticos, meteorológicos, operacionais ou outros), torna-se possível identificar padrões, antecipar vulnerabilidades e prever cenários que possam afetar a continuidade dos negócios. 

Em vez de reagirem aos problemas, as empresas e as organizações passam a preparar-se para eles, tomando decisões parametrizadas, que reduzem impactos indesejados. A antecipação, porém, só gera valor quando é sustentada em informação fiável, mas muitos negócios continuam a trabalhar com sistemas dispersos, dados fragmentados e/ou aplicações que não comunicam entre si, o que dificulta a obtenção de uma visão integrada da realidade.

Os sistemas de apoio à decisão, suportados por uma arquitetura sólida de integração de sistemas, são, desta forma, outro alicerce essencial, uma vez que permitem reunir informação proveniente de diferentes plataformas, incluindo sistemas legacy, garantindo consistência, qualidade e contexto. Quando tudo à nossa volta evolui a grande velocidade, preservar o investimento tecnológico existente e integrá-lo com novas soluções é, não raras vezes, a melhor forma de acelerar a inovação sem perder o conhecimento acumulado ao longo do tempo.

Criar sustentabilidade tecnológica também só é possível com desmaterialização de informação. Substituir processos baseados em papel por fluxos digitais reduz deslocações, tempos de resposta, consumos de recursos e tarefas repetitivas, o que aumenta simultaneamente a eficiência operacional e a qualidade do serviço prestado. A automatização documental e a transformação digital não representam apenas ganhos de produtividade; contribuem para organizações mais ágeis, sustentáveis e preparadas para responder às exigências do amanhã.

Antecipar, decidir, evoluir 

É, assim, através de escolhas inteligentes que se constrói sustentabilidade tecnológica. Usar dados críticos para antecipar cenários, integrar informação para decidir melhor e digitalizar processos para eliminar desperdícios – três dimensões complementares que permitem responder aos desafios atuais sem comprometer a capacidade de evolução.

Na Opensoft acreditamos que a tecnologia deve ser um fator de sustentabilidade num sentido alargado. Ao combinar Inteligência Artificial, integração de sistemas e transformação digital, apoiamos organizações públicas e privadas a converter informação em conhecimento, conhecimento em decisão e decisão em valor duradouro. Lembre-se: uma empresa tecnologicamente sustentável prepara-se para o que está para vir – fale connosco e capacite o seu negócio.

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